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ELEIÇÃO PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA
Terça-Feira, 19 de Maio de 2015
Resultado da eleição dos membros reflete eleição dos servidores

No último sábado, dia 16 de maio, foi finalizada a eleição dos membros da Instituição para formação da lista tríplice que já foi enviada ao Governo do Estado do Rio Grande do Sul para fins de indicação do Procurador-Geral de Justiça que chefiará a Instituição no biênio 2015-2017. O resultado foi o seguinte:

MARCELO LEMOS DORNELLES em 1º lugar com 438 votos

Ivory Coelho Neto em 2º lugar com 282 votos

Fernando César Sgarbossa em 3º lugar com 134 votos

Dessa forma, a eleição com a participação dos membros da Instituição refletiu o resultado das eleições em que participaram os servidores com ambas apontando maioria para o candidato Marcelo Lemos Dornelles.

O resultado das eleições promovidas para os servidores foi levado pela APROJUS e SIMPE ao Governo do Estado na última sexta feira, dia 15 de maio. Junto aos servidores, o candidato Marcelo Lemos Dornelles obteve 47% dos votos.

A Instituição aguarda a indicação pelo Governador, José Ivo Sartori, do novo Procurador-Geral de Justiça. Com membros e servidores apontando para o nome de um único candidato, as chances da indicação recair em nome diferente diminuem.

RESULTADO DAS ELEIÇÕES DEMONSTRAM INSATISFAÇÃO GERAL

As opções não eram muitas: Marcelo Lemos Dornelles, Ivory Coelho Neto e Fernando Sgarbossa. Um Procurador e dois Promotores. Os dois primeiros foram, por quatro anos consecutivos, Subprocuradores-Gerais na gestão de Eduardo Lima Veiga. Apesar disso, ambos não se admitiam como candidatos da situação, porém o candidato Marcelo Dornelles ousou mais e formou aliança com Fabiano Dallazen, que no último pleito havia lançado sua candidatura em oposição a Eduardo de Lima Veiga.

Essa atitude foi mais significativa do que palavras e, certamente, influenciou na decisão de quem entende que a Instituição precisa de mudanças. Assim, a candidatura de Ivory, apoiada por nomes com forte vinculação a Eduardo de Lima Veiga, não implacou.

Membros e servidores tiveram receio na continuidade de uma política truculenta de administração e votaram no candidato que demonstrou um perfil mais alternativo na escolha de seus apoiadores.



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