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PARALISAÇÃO DIA 23/10
Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2014
Paralisação dos servidores do Ministério Público e Poder Judiciário busca chamar atenção para as demandas das categorias represadas pelas respectivas Administrações.

Como resultado da assembléia-conjunta organizada pelo SIMPE e pelo SINDJUS, na última sexta-feira, dia 17 de outubro, será realizado um calendário de atividades marcando a luta das duas categorias - servidores do Ministério Público e Poder Judiciário - pelas demandas represadas.

O elemento desencadeador da mobilização conjunta e efetiva dos servidores são as recentes deliberações das chefias do Poder Judiciário e Ministério Público que acenam com pagamento a seus membros de vantagens como auxílio-moradia no valor de R$ 4.377,00 e auxílio-refeição que, embora ainda sem valor definido, deverá ser maior que o fixado para seus servidores. Tais iniciativas implicarão em um comprometimento dos recursos da instituição que terá como conseqüência uma política ainda mais forte de retenção das demandas dos servidores e medidas de economia que poderão até mesmo comprometer a prestação do serviço público eficiente à população.

Assim, amanhã, dia 23 de outubro, está marcada PARALISAÇÃO DE 24 HORAS DOS SERVIDORES DO PODER JUDICIÁRIO E MINISTÉRIO PÚBLICO.

A APROJUS apóia a paralisação e está orientando seus associados a participarem da atividade.

As organizações dos servidores do Poder Judiciário e Ministério Público estão convidando a todos para ATO PÚBLICO em frente ao Foro Central Prédio II, a partir das 9h, amanhã, dia 23 de outubro. Os servidores em Porto Alegre deverão aderir à manifestação e, após, concentrarem-se em frente aos respectivos prédios.

Nas Promotorias de Justiça do interior, os servidores deverão se concentrar em frente à sede da Promotoria e buscar atividades conjuntas que marquem o dia de paralisação. Como exemplo os servidores podem promover uma ação beneficente, almoço coletivo, ou ainda, buscar informações junto aos colegas do Fórum da comarca e participarem de suas respectivas mobilizações.

Salienta-se para aspecto importante da legislação que organiza greves e manifestações: DEVERÁ SER MANTIDO 30% DA FORÇA DE TRABALHO. Essa orientação pode ser cumprida levando em conta o número dos servidores da Promotoria.

Ex: 10 servidores - 3 ficam trabalhando para atendimento de casos urgentes.

O ponto deverá ser registrado normalmente e qualquer tentativa de corte de ponto ou de repressão à paralisação deverá ser imediatamente comunicada à direção da APROJUS ou do SIMPE.

É importante que os servidores estabeleçam um diálogo com suas chefias e esclareçam que a paralisação acontece em razão das seguintes demandas:

- contra a política de desrespeito ao servidor efetivo;

- pelo plano de carreira digno e negociado com os servidores;

- auxílio-refeição digno e igual para servidores e membros da instituição;

- negociação imediata sobre gratificação eleitoral, substituição, promoções, adicional de qualificação, gratificação de difícil provimento e outras demandas represadas pela Administração Superior do Ministério Público;

- recuperação do poder aquisitivo dos vencimentos dos servidores.

 

 A HORA É DE MOBILIZAÇÃO! PRECISAMOS ESTAR ATENTOS AO MOMENTO ATUAL E FAZER VALER NOSSO DIREITOS.

PARTICIPE, CONVIDE SEUS COLEGAS, DIVULGUE AS ATIVIDADES! 



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